O que será o amanhã?

Marcelo Guerra

O futuro lhe preocupa? Quantas vezes você perdeu o sono de tanto pensar no que vai lhe acontecer? Quanto mais responsabilidades você tem, mais o futuro lhe perturba. Pode haver uma sensação de estar andando sobre um fio estendido num lugar escuro. Em alguns momentos você sente que é plenamente capaz de enfrentar o que aparece. Em outros, você teme fracassar diante de desafios que possam aparecer.

Costumamos lidar com o futuro usando o controle. “Se tudo estiver sob o meu controle, o que pode me assustar no futuro?” Mas o futuro sempre traz alguma surpresa… Não há garantias, não há certezas! Olhamos para o futuro geralmente com os olhos acostumados a padrões de comportamento que trazemos do passado. É como se usássemos óculos coloridos, cada um com a cor que foi criando ao longo da vida.

Dentre esses padrões, você pode se colocar como vítima e pensar “logo alguém vai estragar meu futuro mesmo”. Ou, então, como algoz e pensar “vou acabar machucando alguém de novo”. Esses padrões são exemplos de como podemos delegar a outra pessoa as condições para construirmos nosso futuro. Essa construção é feita com elementos que hoje temos e com aquilo que surge de novo a cada dia – e muitas vezes teimamos em ignorar.

Quais padrões são realmente seus?

Os padrões de comportamento começam a ser construídos na infância, segundo as normas e hábitos que aprendemos em casa e na escola, e pela imitação que fazemos do comportamento dos nossos pais. Isso nos molda de forma profunda e depois é muito difícil modificar a influência que exercem sobre nosso comportamento. Mas muito difícil não significa impossível. Para nos tornarmos indivíduos livres precisamos identificar nossos padrões de comportamento e perguntarmos sobre cada um deles:

  • Isso é meu mesmo ou é do meu pai, da minha mãe, da cidade onde nasci e fui criado?
  • Isso ainda me serve hoje?
  • É isso que eu quero desenvolver e levar adiante na minha vida ou posso trabalhar para mudar esse padrão?

Muitas vezes é preciso da ajuda de um psicoterapeuta, mas um olhar crítico e atento para si, já pode trazer bastante descobertas.

Parece ilógico olhar atentamente para o passado para lidar com o futuro de uma forma mais segura. Contudo, é este passado que modifica a cor das lentes dos óculos que usamos para vislumbrar o futuro. Se as lentes não forem transparentes não veremos com clareza. Lentes cor de rosa vão lhe proporcionar uma visão muito diferente daquele que usa lentes marrons. E nenhuma das duas se aproxima do real.

Após aprender com o passado, é preciso aprender a estar no presente, a estar no momento. O momento é um período de tempo que pode parecer mínimo, mas é eterno, porque estamos sempre nele, embora nossa mente possa estar lá atrás ou lá na frente. É no momento presente que vamos encontrar os elementos com os quais construiremos nosso futuro. Precisamos estar atentos para identificar esses elementos que nos chegam de presente, como as surpresas cotidianas. Nem sempre esses presentes parecem bons, a princípio, mas no desenrolar dos acontecimentos podem se revelar um fator determinante para uma mudança de vida. Um exemplo muito comum disso é uma demissão inesperada. Quantas pessoas ficam felizes ao serem demitidas? Acredito que muito poucas, se é que há alguma. Porém, após um ano de demissão, muitas pessoas podem estar trilhando um caminho profissional mais de acordo com suas próprias expectativas e aptidões e, consequentemente, com maior satisfação no trabalho. Como você vê, o que você mais precisa para acolher o futuro é atenção, estar consciente de como e onde foi criada e de quem é agora, e saber acolher o que cada momento nos reserva de surpresas, para poder florescer quem você deseja ser.

Artigo originalmente publicado em Personare.

junho 2, 2011 at 12:01 pm Deixe um comentário

Vitória Alternativa – artigo da Revista Planeta

Tratamentos não-convencionais conquistam pacientes, convertem médicos e convencem a ciência

CARLA GULLO E CILENE PEREIRA

Houve um tempo em que a palavra alternativa remetia a cabelos longos, batas, arroz integral e ervas exóticas. Hoje, para um número cada vez maior de pessoas, o significado mudou. Alternativa representa um outro caminho para se alcançar uma boa qualidade de vida, melhorar a saúde e, muitas vezes, se curar. Agora, quando se comemoram dois séculos da homeopatia, o que se vê em todo o mundo, inclusive no Brasil, é a expansão das chamadas terapias alternativas, um caleidoscópio de técnicas que aos poucos perdem o estigma de excentricidade e se consolidam como uma opção à medicina tradicional. Uma delas – a homeopatia – há seis anos ganhou o status de especialidade médica. Discute-se ainda no Congresso Nacional se a acupuntura seguirá o mesmo caminho. Em muitos casos, a eficácia de algumas dessas práticas chega a superar a majestade da ciência convencional. Talvez por isso, não só a homeopatia e a acupuntura mas os florais de Bach, a cromoterapia e outros métodos fascinam leigos e profissionais de saúde. Mecas da medicina ortodoxa, como o Hospital das Clínicas de São Paulo e a Universidade Federal Paulista, renderam-se à eficiência de algumas delas e as oferecem aos seus pacientes. Empresas também descobriram as suas vantagens e presenteiam seus funcionários com programas que utilizam essas terapias. Até um novo plano de saúde, o Qualis, surgiu no mercado para atender a imensa legião daqueles que procuram o alívio ou a cura de seus males na medicina alternativa. “É uma tendência mundial. Mesmo os médicos estão conciliando as medicinas alternativas e convencionais”, afirma Elizabeth Bueno, uma das proprietárias da Homeopatia Cristiano, uma das maiores farmácias do gênero de São Paulo.

O sucesso dessas práticas não é milagre ou bruxaria. Está ancorado no fato de que as técnicas alternativas têm menos efeitos colaterais, são mais baratas (um remédio homeopático custa, em geral, no máximo R$ 20, enquanto um antibiótico, por exemplo, passa de R$ 30) e, mais do que isso, seus especialistas dão ao paciente uma sensação de conforto e atenção que em geral ele não recebe no corre-corre dos consultórios tradicionais. Em geral, o ambiente silencioso e de luz amena das clínicas alternativas é menos asséptico e transmite tranquilidade. Mas de nada adianta ir a uma sessão de acupuntura ou massagem na expectativa de receber explicações cartesianas para o tratamento. É preciso esquecer o pensamento ocidental e tentar compreender, pelo menos um pouco, a filosofia oriental, na qual está baseada a maioria dessas terapias. O segredo está no equilíbrio energético do organismo. Ao harmonizar essa energia, por meio das agulhas da acupuntura, dos remédios da homeopatia, do toque dos dedos nas massagens, melhora-se a capacidade de reação do corpo no combate às doenças.

Talvez a tradicional medicina chinesa seja a que melhor traduza esse conceito. Essa ciência milenar engloba a acupuntura, medicamentos à base de plantas, animais (casca de cigarra, minhoca e chifre de veado) e minerais como cálcio e enxofre, e também massagens como o shiatsu e o do-in, que reequilibram a energia vital por meio da pressão dos dedos. “Na tradicional medicina chinesa, há uma avaliação energética do paciente. O terapeuta não aplica somente técnicas que visem combater os sintomas. O objetivo é buscar a causa dos problemas”, explica o acupunturista e cirurgião vascular Wu Tow-Kwang, de São Paulo.

Na China, essa é a medicina popular. É o que se pratica no que se poderia chamar de SUS dos chineses. No Brasil, aos poucos os hospitais abrem suas portas para essa tradição e o sucesso é enorme. A Universidade Federal Paulista oferece desde 1992 um serviço de acupuntura aos seus pacientes. A técnica é utilizada para tratar problemas que vão desde dores musculares até enxaqueca, gastrite, reumatismo, alergias e outros males. O paciente quase sempre é encaminhado pelos especialistas do hospital depois do diagnóstico. Em média, são atendidas 2,8 mil pessoas por mês, inclusive crianças. A procura é tanta que, no guichê do serviço, há cartazes informando que não há vagas para as sessões até o ano que vem. No Hospital das Clínicas de São Paulo (HC), a acupuntura é utilizada para amenizar dores crônicas dos pacientes do Instituto de Ortopedia. “O estímulo da agulha faz com que o cérebro libere substâncias, como a endorfina, que atenuam a dor”, explica a fisiatra Satiko Imamura, diretora do serviço de reabilitação do instituto. A dona de casa Luzia Senhorinha dos Santos, 69 anos, é um exemplo de quem descobriu os benefícios das agulhas em hospitais convencionais. Por causa do reumatismo, ela sofria dores intensas em todo o corpo e, cansada de bater na porta da medicina tradicional, só encontrou o alívio na técnica chinesa usada no HC. “A acupuntura mudou minha vida. Não conseguia sequer mexer os braços. Hoje tenho uma rotina normal”, conta.

Para os menos informados, a terapia de acupuntura pode parecer não um alívio divino, mas uma tortura chinesa. Afinal, ninguém gosta de levar agulhadas. No entanto, raramente as espetadas doem. Isso porque elas não são colocadas no corpo a esmo. Para os orientais, o organismo possui linhas de energia, chamadas meridianos, que se relacionam com cada órgão. Ao harmonizar esses canais, alcança-se a cura das doenças. Mas para quem não gosta de agulhas, há outras formas eficientes de estimular os pontos de energia. Uma delas é o bastão de moxa, pequenas bolas de ervas que, ao serem queimadas, aquecem o local e alcançam os meridianos. A atriz Cássia Kiss, 39 anos, está usando a modalidade para tratar problemas que ganhou no joelho depois de excesso de exercício físico. “Melhorei muito”, garante, satisfeita em escapar de uma eventual cirurgia.

Mas se até há pouco tempo era difícil imaginar que centros de pesquisa de medicina ortodoxa abririam espaço para técnicas alternativas, mais impossível ainda era supor que um dia elas chegassem a ambulatórios de empresas. No departamento médico da Du Pont, uma das maiores indústrias do País, funciona há três anos um programa alternativo de saúde implantado nas suas cinco unidades. A empresa oferece a seus funcionários acupuntura, do-in, shiatsu e tai-chi-chuan. Mas é a acupuntura a técnica que faz mais sucesso entre os 600 empregados da unidade de Alphaville, na Grande São Paulo. Até hoje, 250 funcionários se submeteram à terapia. A maior parte das queixas eram enxaquecas, obesidade, problemas no estômago e ginecológicos. A consultora de recursos humanos Cláudia Briganti é uma das que se deram bem com a acupuntura. Aos 33 anos, ela sofria de enxaqueca e era hipersensível à luz. Usou medicamentos fortíssimos que não resolveram seu problema. Encontrou a solução nas agulhas. “Hoje não sinto quase nada”, garante.

Histórias como a de Cláudia de fato surpreendem. E, fascinados por esse mundo ainda pouco conhecido pelos ocidentais, muitos médicos acabaram absolutamente seduzidos e migraram da medicina alopática para a alternativa. Às vezes, à custa do próprio sofrimento. A médica carioca Sonia Rocha Miura formou-se em clínica médica em 1979 pela Faculdade Sul Fluminense, do Rio de Janeiro, e nem sonhava que se tornaria uma homeopata. Mas a doença de sua filha Maira, 15 anos, a levou para esse caminho. Quando tinha três anos, a menina apresentou um quadro reumático grave, com fortes dores nas juntas e na musculatura. Uma doença que poderia ser fatal. Mãe e filha enfrentaram uma romaria exaustiva em consultórios e laboratórios sem sucesso. Com o tempo, Maira deixou de andar e não se sustentava mais em pé. A mãe decidiu, então, tentar a homeopatia e procurou o médico Alfredo Castro, hoje com 89 anos, um dos que mais incentivaram a ampliação da homeopatia no País. Deu certo. A menina se restabeleceu sem ficar com sequela. O drama mudou sua vida. Em 1986, Sonia fez um curso de homeopatia e hoje trabalha em uma clínica especializada. “Esta ciência atua em todas as patologias e respeita o indivíduo como um todo”, afirma a médica.

De fato, a homeopatia apresenta bons resultados em quase todas as doenças e, talvez por isso mesmo, atraia cada vez mais gente: há dez anos, os homeopatas não somavam mil profissionais no País, hoje são cerca de dez mil e 1,4 mil farmácias do gênero. “Ela é bastante usada para doenças crônicas como a asma e a bronquite, males que a medicina clássica não cura”, explica o homeopata e acupunturista José Carlos Sampaio, diretor do Instituto Brasileiro de Estudos Homeopáticos. Compreender a forma com que essa ciência encara a doença não é difícil. Na medicina convencional, o paciente está doente porque tem dor de garganta. Para a homeopatia, uma pessoa tem dor de garganta porque está doente. Sua energia em desequilíbrio se revela nos sintomas, que costumam ser identificados como as doenças tradicionais. Por isso, os remédios procuram promover a harmonização energética do organismo. E sua atuação está baseada no chamado princípio da semelhança: o que pode fazer mal também pode curar, como uma vacina.

A descoberta foi feita no final do século XVIII pelo médico alemão Cristian Frederic Samuel Hahnemann, o pai da homeopatia. O pesquisador surpreendeu-se ao constatar que a quina, um arbusto sul-americano usado no tratamento para a malária, causava os mesmos sintomas da doença – febre intermitente e calafrios – em pessoas sãs. Ou seja, a mesma substância que provoca sintomas também pode curar. Os remédios, que são à base de plantas, animais e minerais, passam por uma diluição e sucussão (agitação), formando o chamado processo de dinamização realizado com o objetivo de potencializar os efeitos. Eles quase sempre são ministrados em apenas uma dose. Muitas vezes, essas técnicas são usadas em parceria com outras. O presidente Fernando Henrique Cardoso, por exemplo, submete-se periodicamente a sessões de acupuntura e shiatsu com a terapeuta Edna Nishiya, de São Paulo, para aliviar seus problemas de coluna. Na medicina ayurvédica – uma modalidade de origem hindu, segundo a qual a doença advém da ignorância do que seja a vida em harmonia -, mesclam-se dieta equilibrada, respiração correta e exercício físico com a fitoterapia, uma ciência baseada no estudo e aplicação de plantas no combate às doenças. É essa terapia, aliás, que mais atrai a comunidade de baixa renda da cidade-satélite de Planaltina, a 45 quilômetros de Brasília, onde funciona uma Unidade de Saúde Integral no Hospital Regional de Planaltina, ligado ao SUS. Cerca de 100 pessoas, entre pacientes do hospital e membros da comunidade, diariamente vão ao guichê do laboratório de manipulação pegar ervas e receitas de chás caseiros. “Incentivamos a cultura popular. Fornecemos as plantas tanto com indicação de um dos nossos médicos quanto para a receita da vovó”, explica Marcos Freire, coordenador da unidade, que inclui ainda acupuntura, homeopatia e unibiótica, a associação de conhecimentos da medicina oriental e ocidental.

Sem dúvida, grande parte do avanço das terapias alternativas se deve ao gradual fim da trincheira de preconceito que até há alguns anos separava alternativos de um lado e alopatas de outro. Hoje, não só médicos convencionais indicam sessões de acupuntura, por exemplo, como homeopatas são capazes de receitar antibióticos. Na área da pesquisa, a tendência é a mesma. A Central de Medicamentos (Ceme) do Ministério da Saúde distribuirá comprimidos feitos à base de espinheira santa, indicada para males do aparelho digestivo, e de quebra-pedra, que teve sua eficiência comprovada para a eliminação de cálculos renais. Na Universidade Luterana do Brasil, em Canoas, no Rio Grande do Sul, comprovou-se a eficácia da babosa contra a acne juvenil e um novo creme à base de camomila foi lançado no País pelo laboratório Asta Médica contra assaduras. “Na medida em que se comprova a eficácia científica do método, temos o dever de mostrar para a sociedade e os alopatas esses benefícios, sem o menor pudor de incorporá-los”, afirma o presidente do Conselho Federal de Medicina, Waldyr Mesquita. A frase do presidente do órgão máximo dos médicos do País é emblemática e animadora. Indica um caminho pelo qual é possível evitar o charlatanismo e reconhecer como eficazes técnicas que não constam dos manuais da medicina tradicional.

abril 15, 2010 at 1:38 pm 1 comentário

Panoramas Biográficos em Itatiba e Juiz de Fora

Existem várias formas de iniciação, baseadas em ensinamentos de diversos mestres e tradições, mas nenhuma tão sensível a realizar mudanças em nossas vidas quanto a compreensão da própria biografia. Este é o significado de “resgatar o passado”, obter o entendimento da história que vivemos até agora, para perceber que o nosso comportamento hoje é determinado em grande parte por esta história, que não pode ser mudada, mas compreendida. Neste ponto, o momento presente deixará de ser governado por padrões de comportamento nem sempre agradáveis.
Viver o presente muitas vezes pode significar repetir padrões criados no passado. Esses padrões são inconscientes e geralmente nos damos conta deles justamente quando olhamos para trás. Vemos várias situações que, no momento em que aconteceram, pareciam tão originais, revelarem-se as mesmas, mas com personagens diferentes. Resgatar o passado é justamente tirar a sua vida de lá e trazê-la para o presente, deixando de ser refém do que passou, repetindo padrões que já não cabem mais.
A Terapia Biográfica enfatiza a responsabilidade pessoal pela própria vida. Longe da ideia do “homem que se faz sozinho”, mostra que é preciso também reconhecer as ajudas que recebemos (mesmo quando elas vieram disfarçadas de obstáculos no caminho). Devemos ter consciência do que conquistamos por nossas iniciativas.  Desta maneira, a sua própria história torna-se o seu grande mestre. E assim você pode viver o agora plenamente!
É preciso perceber e separar os galhos da árvore da sua vida que ainda podem frutificar daqueles que precisam ser podados, para que o restante da árvore readquira o vigor. A Terapia Biográfica ajuda nesse processo. Ela é fruto dos tempos em que vivemos, em que cada um de nós busca compreender-se melhor como indivíduo e afirmar seu papel na comunidade em que vive.
A síntese da programação é a seguinte:
  • informação sobre as fases da vida, as leis biográficas;
  • contato com o próprio corpo: danças circulares;
  • contato com o inconsciente: atividades artísticas (aquarela e colagem, a princípio), conto de fadas;
  • reflexão individual: a escrita da vida;
  • reflexão em grupo: contando a própria história;
  • eu hoje: identificando a minha pergunta;
  • pensando o amanhã: projetando metas para a minha vida.

Coordenação:

Rosângela Cunha

Psicóloga, Gestalt-terapeuta e Terapeuta Biográfica

Marcelo Guerra

Médico Homeopata e Terapeuta Biográfico
Formados pela  Escola Livre de Formação Biográfica de Minas Gerais
(Membro do International Trainers Forum em conexão com a General Anthroposophical Section of the School of Spiritual Science do Goetheanum – Dornach/Suiça.)

Locais, datas e preços:(Os preços incluem hospedagem em quartos individuais, com alimentação completa durante o período do workshop, os materiais utilizados, os custos com divulgação e os honorários dos coordenadores.)

Em Itatiba (SP), na Fazenda Pereiras, de 29 de abril a 2 de maio de 2010.

R$900,00 ou 4XR$225,00
Preço especial para quem se inscrever até 15 de março de 2010: R$800,00 ou 4X R$200,00

Em Juiz de Fora, no Seminário da Floresta, de 13 a 16 de maio de 2010.

R$1050,00 ou 4XR$262,50

Preço especial para quem se inscrever até 28 de fevereiro de 2010: R$800,00 ou 4X R$200,00

Preço especial para quem se inscrever até 15 de abril de 2010: R$900,00 ou 4X R$225,00

Escreva para rosangela@terapiabiografica.com.br ou marceloguerra@terapiabiografica.com.br para mais informações. Ou ligue para falar com um de nós:

(11)6463-6880, (21)7697-8982 ou (22)9254-4866, Marcelo
(32)8887-8660 ou (31)8532-2217, Rosângela
VAGAS LIMITADAS A 10 PARTICIPANTES POR WORKSHOP
Reservamo-nos o direito de não oferecer o workshop, caso não haja número mínimo de inscritos.

fevereiro 10, 2010 at 11:58 am Deixe um comentário

Curso Biográfico de Páscoa em Minas Gerais

Deixar morrer para que possa nascer o novo em mim.

A morte faz parte da vida, mas muitas vezes a negamos, talvez pelo medo, talvez por estarmos ocupados demais tentando sobreviver. Quando entendemos a morte como a outra face da vida, esta toma um novo sentido. Podemos efetivamente viver – e não somente sobreviver. Geralmente a morte, principalmente de pessoas queridas, nos sacode de nossa zona de conforto, de uma forma mais ou menos intensa, provocando questionamentos sobre a vida, principalmente sobre aquelas questões que adiamos a resolução. A morte nos lembra que tudo passa, que nada é para sempre, e dá uma noção real de que o tempo anda, e não espera.

Dizer que a morte faz parte da vida nos faz pensar só no final, mas é muito mais presente do que isso: a cada situação em que precisamos terminar algo para começar uma nova etapa da vida, a morte está ali. Muitas vezes nos apegamos a situações que já não fazem mais sentido, somente pela rotina. Podem ser situações de trabalho, de relacionamento, de hábitos.

O objetivo deste Curso Biográfico de Páscoa é explorar estas situações que precisam de renovação e despertar na alma a vontade da mudança.

Para isso usaremos atividades artísticas, atividades corporais, partilha em grupo e reflexão individual.

Quando e onde?

De 9 a 11 de abril (sexta a domingo) no Retiro das Rosas, em Cachoeira do Campo, distrito de Ouro Preto, a 1h40min de Belo Horizonte.

Coordenação:

• Marli Ribeiro, pedagoga e terapeuta biográfica
• Rosângela Cunha, psicóloga e terapeuta biográfica
• Marcelo Guerra, médico e terapeuta biográfico

(Os preços incluem estadia em quartos duplos, com alimentação no período do workshop. A inscrição é efetivada com o depósito da primeira parcela.)

  • R$680,00 ou 4X R$170,00.

Informações e Inscrições:

Rosângela: (31)8532-2217 ou (32)8887-8660 rosangela@terapiabiografica.com.br

Marcelo: (11)6463-6880, (22)9254-4866 ou (21)7697-8982 marceloguerra@terapiabiografica.com.br

VAGAS LIMITADAS

fevereiro 10, 2010 at 11:46 am Deixe um comentário

Workshop Biográfico

DEVIDO À GRANDE PROCURA, FAREMOS UMA NOVA EDIÇÃO EM SÃO PAULO, DE 29 DE JANEIRO A 1º DE FEVEREIRO DE 2010. POUCAS VAGAS.

caminho8

O trabalho biográfico de base antroposófica busca clarear o sentido da vida, a missão de vida, através do resgate de fatos da vida. Entender a própria história permite transformar o presente, e viver em plenitude dentro da missão de vida que escolhemos para nós mesmos.

A síntese da programação é a seguinte:

  • informação sobre as fases da vida, as leis biográficas;
  • contato com o próprio corpo: danças circulares;
  • contato com o inconsciente: atividades artísticas (aquarela e colagem, a princípio), conto de fadas;
  • reflexão individual: a escrita da vida;
  • reflexão em grupo: contando a própria história;
  • eu hoje: identificando a minha pergunta;
  • pensando o amanhã: projetando metas para a minha vida.

Coordenação:

  • Rosângela Cunha

Psicóloga, Gestalt-terapeuta e Terapeuta Biográfica

  • Marcelo Guerra

Médico Homeopata e Terapeuta Biográfico

Formação Biográfica – Minas Gerais – Escola Livre de Formação Biográfica
Membro do International Trainers Forum em conexão com a General Anthroposophical Section of the School of Spiritual Science do Goetheanum – Dornach/Suiça.)

Onde e quando?

Em Nova Friburgo, no Morgenlicht, de 26 a 29 de novembro de 2009.

Em São Paulo, no Centro Paulus, de 14 a 17 de janeiro de 2010.

Em São Paulo, no Centro Paulus, de 29 de janeiro a 1º de fevereiro de 2010.


Escreva para santana@terapiabiografica.com.br ou marceloguerra@terapiabiografica.com.br para mais informações. Ou ligue para falar com um de nós:

(11)6463-6880, (21)7697-8982 ou (22)9254-4866, Marcelo

(32)8887-8660 ou (31)8532-2217, Rosângela
VAGAS LIMITADAS

janeiro 6, 2010 at 5:07 pm Deixe um comentário

Workshop Biográfico


“Aquele que aprisiono com meu nome fica gemendo nesta prisão.
Vivo ocupado em construir este muro à minha volta;
e, dia a dia, à medida que o muro sobe até o céu,
vou perdendo de vista meu verdadeiro ser na escuridão de tua sombra.
Orgulho-me deste alto muro e o revisto com terra e areia,
para que não se veja nenhuma rachadura neste nome.
E, com os cuidados todos que tomo,
vou perdendo de vista meu verdadeiro ser.”
Rabindranath Tagore

Cada vez mais nos afastamos de qualidades que retratam a essência do nosso EU, gerando como consequência sofrimento e dor. O workshop A Luz e a Sombra na Alma Humana tem por objetivo trabalhar de forma vivencial as forças da alma vinculadas ao sentido do olfato, ampliar a qualidade de contato e levar à reflexão sobre a forma como lidamos em nossa vida diária com a nossa própria violência e vícios.

Está baseado no segundo trabalho de Hércules, em que o Herói luta contra uma hidra de muitas cabeças, que representam nossas sombras, nossas máscaras, que criamos como defesas e depois se tornam nossas prisões. Este workshop é destinado às pessoas que desejam trabalhar o autodesenvolvimento.

Metodologia:

Palestras, atividades artísticas, danças circulares, pesquisa na própria biografia e outras vivências em grupo.

  • O que representam as cabeças da hidra na minha vida?
  • Quais são as sombras que preciso levar à luz para retirar sua força?
  • O que aprendo de mim mesmo ao reconhecer minhas sombras?
Quem coordena?
Rosângela Cunha, Psicóloga, Gestalt-terapeuta e Terapeuta Biográfica
Marcelo Guerra, Médico Homeopata e Terapeuta Biográfico

Membro do International Trainers Forum em conexão com a General Anthroposophical Section of the School of Spiritual Science do Goetheanum – Dornach/Suiça.)

Quando e onde?
De 12 a 14 de março de 2010, no Chateau dos Jesuítas, em Monnerat ( Duas Barras) – RJ.
Quanto? (Os preços incluem estadia em quartos individuais, com alimentação no período do workshop. A inscrição é efetivada com o depósito da primeira parcela.)

  • R$680,00 ou 4X R$170,00.
  • Preço promocional para os inscritos até 31/01/2010: R$540,00 ou 4X135,00.
Mais informações e inscrições:
Rosângela: (31)8532-2217ou (32)8887-8660 santana@terapiabiografica.com.br
Marcelo: (22)9254-4866 ou (21)7697-8982 marceloguerra@terapiabiografica.com.br
COMO CHEGAR A MONNERAT:
ÔNIBUS DA VIAÇÃO 1001 DIRETO, SAINDO DO RIO DE JANEIRO E NITERÓI (saídas do Rio às 9:10h e 14:15h; e os mesmos ônibus param na Rodoviária de Niterói e saem 30 minutos depois de cada horário, ou seja, 9:40h e 14:45h). É possível também tomar um ônibus até Nova Friburgo, que oferece muito mais horários e outro a partir de lá. O tempo de viagem é de cerca de 3h e 40 minutos de ônibus.Para quem vai de carro, é só pegar a estrada RJ-116 (Niterói-Friburgo) e seguir direto. Após passar por Nova Friburgo, continuar na mesma estrada por aproximadamente 30 minutos. Monnerat fica no km 117 desta estrada.

janeiro 5, 2010 at 12:22 pm Deixe um comentário

Retratos da Vida – Panorama Biográfico em Juiz de Fora

CAMINHOO trabalho biográfico de base antroposófica busca clarear o sentido da vida, a missão de vida, através do resgate de fatos da vida. Entender a própria história permite transformar o presente, e viver em plenitude dentro da missão de vida que escolhemos para nós mesmos.

A síntese da programação é a seguinte:

  • informação sobre as fases da vida, as leis biográficas;
  • contato com o próprio corpo: danças circulares;
  • contato com o inconsciente: atividades artísticas (aquarela e colagem, a princípio), conto de fadas;
  • reflexão individual: a escrita da vida;
  • reflexão em grupo: contando a própria história;
  • eu hoje: identificando a minha pergunta;
  • pensando o amanhã: projetando metas para a minha vida.

Coordenação:

  • Rosângela Cunha

Psicóloga, Gestalt-terapeuta e Terapeuta Biográfica

  • Marcelo Guerra

Médico Homeopata e Terapeuta Biográfico

Formação Biográfica – Minas Gerais – Escola Livre de Formação Biográfica
Membro do International Trainers Forum em conexão com a General Anthroposophical Section of the School of Spiritual Science do Goetheanum – Dornach/Suiça.)

Onde e quando?

Em Juiz de Fora, no Seminário da Floresta, de 4 a 7 de fevereiro de 2010.

Quanto? Os preços incluem hospedagem em suítes individuais, com alimentação completa durante o período do workshop, os materiais utilizados, os custos com divulgação e os honorários dos coordenadores.

3X R$300,00 ou R$900,00 à vista, para inscritos até 18/12/2009.

3X R$350,00 ou R$1050,00 à vista, para inscritos a partir de 18/12/2009.

Escreva para santana@terapiabiografica.com.br ou marceloguerra@terapiabiografica.com.br para mais informações. Ou ligue para falar com um de nós:

(21)7697-8982, (11)6463-6880 ou (22)9254-4866, Marcelo

(32)8887-8660 ou (31)8532-2217, Rosângela

AS INSCRIÇÕES SERÃO ACEITAS SOMENTE ATÉ O DIA 20/01/2010. VAGAS LIMITADAS A 8 PARTICIPANTES

Reservamo-nos o direito de não oferecer o workshop, caso não haja número mínimo de inscritos.

Como chegar de ônibus a partir do Rio de Janeiro:

Tomar o ônibus Rio – São João Nepomuceno (Viação Útil/Brisa) na Rodoviária Novo Rio, e avisar ao motorista que deseja descer em frente ao Seminário da Floresta. O ônibus para na porta do Seminário. Horário de saída: 8:15h.

dezembro 8, 2009 at 6:43 pm Deixe um comentário

Terapia Biográfica em Nova Friburgo e São Paulo

caminho8 O trabalho biográfico de base antroposófica busca clarear o sentido da vida, a missão de vida, através do resgate de fatos da vida. Entender a própria história permite transformar o presente, e viver em plenitude dentro da missão de vida que escolhemos para nós mesmos. A síntese da programação é a seguinte:

  • informação sobre as fases da vida, as leis biográficas;
  • contato com o próprio corpo: danças circulares;
  • contato com o inconsciente: atividades artísticas (aquarela e colagem, a princípio), conto de fadas;
  • reflexão individual: a escrita da vida;
  • reflexão em grupo: contando a própria história;
  • eu hoje: identificando a minha pergunta;
  • pensando o amanhã: projetando metas para a minha vida.

Coordenação:

  • Rosângela Cunha

Psicóloga, Gestalt-terapeuta e Terapeuta Biográfica

  • Marcelo Guerra

Médico Homeopata e Terapeuta Biográfico (Formação Biográfica – Minas Gerais – Escola Livre de Formação Biográfica Membro do International Trainers Forum em conexão com a General Anthroposophical Section of the School of Spiritual Science do Goetheanum – Dornach/Suiça.)

Onde e quando?

Em Nova Friburgo, no Morgenlicht, de 26 a 29 de novembro de 2009. Em São Paulo, no Centro Paulus, de 14 a 17 de janeiro de 2010.

Escreva para santana@terapiabiografica.com.br ou marceloguerra@terapiabiografica.com.br para mais informações. Ou ligue para falar com um de nós:

(21)7697-8982, (11)6463-6880 ou (22)9254-4866, Marcelo

(32)8887-8660 ou (31)8532-2217, Rosângela

VAGAS LIMITADAS A 8 PARTICIPANTES POR WORKSHOP

outubro 14, 2009 at 2:09 pm Deixe um comentário

Terapia Biográfica em Nova Friburgo e São Paulo

caminho8

O trabalho biográfico de base antroposófica busca clarear o sentido da vida, a missão de vida, através do resgate de fatos da vida. Entender a própria história permite transformar o presente, e viver em plenitude dentro da missão de vida que escolhemos para nós mesmos.

A síntese da programação é a seguinte:

  • informação sobre as fases da vida, as leis biográficas;
  • contato com o próprio corpo: danças circulares;
  • contato com o inconsciente: atividades artísticas (aquarela e colagem, a princípio), conto de fadas;
  • reflexão individual: a escrita da vida;
  • reflexão em grupo: contando a própria história;
  • eu hoje: identificando a minha pergunta;
  • pensando o amanhã: projetando metas para a minha vida.

Coordenação:

  • Rosângela Cunha

Psicóloga, Gestalt-terapeuta e Terapeuta Biográfica

  • Marcelo Guerra

Médico Homeopata e Terapeuta Biográfico

(Formação Biográfica – Minas Gerais – Escola Livre de Formação Biográfica
Membro do International Trainers Forum em conexão com a General Anthroposophical Section of the School of Spiritual Science do Goetheanum – Dornach/Suiça.)

Onde e quando?

Em Nova Friburgo, no Morgenlicht, de 26 a 29 de novembro de 2009.

Em São Paulo, no Centro Paulus, de 14 a 17 de janeiro de 2010.

Escreva para santana@terapiabiografica.com.br ou marceloguerra@terapiabiografica.com.br para mais informações. Ou ligue para falar com um de nós:

(21)7697-8982, (11)6463-6880 ou (22)9254-4866, Marcelo

(32)8887-8660 ou (31)8532-2217, Rosângela

VAGAS LIMITADAS A 8 PARTICIPANTES POR WORKSHOP

outubro 14, 2009 at 2:01 pm 1 comentário

Panorama Biográfico em São Paulo

sao-paulo

O trabalho biográfico de base antroposófica busca clarear o sentido da vida, a missão de vida, através do resgate de fatos da vida. Entender a própria história permite transformar o presente, e viver em plenitude dentro da missão de vida que escolhemos para nós mesmos.

O trabalho biográfico lança mão de reflexão individual, resgatando os fatos do passado de cada um; da partilha desses fatos em grupo, onde muitas vezes o outro funciona como espelho; e através da arte, que é a forma de expressão pela qual o Eu interior melhor se expressa. Assim jogamos luz em nossas vivências, e percebemos como nosso destino se manifesta, para podermos fazer as mudanças necessárias em nossas vidas para agir de acordo com ele e sermos mais felizes e saudáveis.

A síntese da programação é a seguinte:

* informação sobre as fases da vida, as leis biográficas;
* contato com o próprio corpo: danças circulares;
* contato com o inconsciente: atividades artísticas (aquarela e colagem, a princípio), conto de fadas;
* reflexão individual: a escrita da vida;
* reflexão em grupo: contando a própria história;
* eu hoje: identificando a minha pergunta;
* pensando o amanhã: projetando metas para a minha vida.

Em São Paulo, de 6 a 9 de agosto de 2009, no Centro Paulus, em Parelheiros.

Centro Paulus

Coordenadores:

  • Rosângela Cunha

Psicóloga, Gestalt-terapeuta e Terapeuta Biográfica

  • Marcelo Guerra

Médico Homeopata e Terapeuta Biográfico

Escreva para santana@terapiabiografica.com.br ou marceloguerra@terapiabiografica.com.br para mais informações. Ou ligue para falar com um de nós:

(11)3070-8982, Marcelo (deixe mensagem de voz com seu número, se estiver indisponível no momento)

(32)8841-8660, Rosângela

Investimento:

  • R$1240,00 ou 4x R$310,00;

A confirmação da inscrição é feita mediante o depósito da primeira parcela. O preço inclui os honorários, o material a ser usado nas vivências, a hospedagem em apartamento individual com alimentação completa durante o período do workshop, e os custos com a divulgação.

julho 21, 2009 at 8:34 pm Deixe um comentário

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